NOTA DE ESCLARECIMENTO SINFARPE

 

 

Em reunião ocorrida nesta quarta-feira, 24, entre o SINFARPE, representado pela presidente Veridiana Ribeiro, a coordenadora Andréa Alcântara e o advogado José Leniro; RAIA DROGASIL, representada pela Coordenação de Assuntos Sindicais no Nordeste; e SINCOFARMA, com participação do presidente Ozéas Gomes, a entidade laboral deixou claro que não vai tolerar boatos de supostos acordos feitos com a empresa e/ou sindicato patronal de natureza diversa do que está previsto na Convenção Coletiva e que tomará as medidas judiciais pertinentes, caso este absurdo persista. A empresa afirmou que se trata de boatos e que em momento algum informou aos profissionais da existência do aludido acordo.

 

Ultrapassado esse ponto, esclarecemos a categoria que a Cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2018/2020), referente ao plantão será aplicada apenas às empresas que adotarem esse regime. A empresa RAIA DROGASIL alegou que não iria adotá-lo e que manteria as escalas de revezamento.

 

Lembramos que o SINFARPE tem ações judiciais pendentes de julgamento sobre a adoção das referidas escalas de trabalho, porquanto, entende que as mesmas são prejudiciais à categoria. Contudo, o Judiciário não funciona na velocidade que gostaríamos, nos restando então aguardar o desfecho das ações.

 

O nosso intento inicial era de conseguir fixar o plantão, porém, como asseverou Otto Von Bismarck, "Política é a arte do possível”. Não conseguimos alcançar esse objetivo nesta rodada de negociação, por isso, devemos nos manter unidos e firmes, a fim de reabrirmos essa discussão com mais força no próximo processo negociatório.

 

Um fato curioso que chamou a atenção do sindicato, é que o número de farmacêuticos da RAIA DROGASIL, segundo planilha enviada pela empresa ao sindicato, é bem maior que a quantidade de filiados e que a maioria a questionar o fato sequer é associada, exigindo um posicionamento da entidade sindical sem qualquer relação associativa. Claro, que o sindicato representa todos, mas se é para reclamar de atos, que sejam coerentes com sua integração no movimento. Na assembleia para aprovação da contraproposta da CCT, por exemplo, poucos farmacêuticos estavam presentes, mas estes honraram seus direitos de questionar. Lembrando ainda, que a Convenção foi aprovada por unanimidade pelos que se encontravam na assembleia.

 

LICENÇA MATERNIDADE

 

Na nossa matéria sobre a CCT 2018/2020, saiu com uma informação equivocada, em relação ao período de licença maternidade das farmacêuticas. Informamos que o tempo tinha passado de 120 para 150 dias. Na verdade, o que aumentou foi a estabilidade da gestante. De acordo com a cláusula 18 da CCT, a qual garante que ela não poderá ser demitida dentro desse período. A licença maternidade, que consiste no afastamento remunerado do trabalho, continua com os 120 dias.

 

Sindicato é pra lutar. Nenhum direito a menos!

 

Diretoria Sinfarpe

 

 

 

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